Olá meus queridos leitores, depois de um longo tempo ausente, resolvi voltar, nessa nova etapa estarei tratando de assuntos mais diversos, sim buscarei abordar sempre que possível sobre os temas que tinhamos tratados até aqui, relacionados a afetividade e sexualidade.
Mas volto a postar, trazendo para vocês uma resposta que dei há um comentário que foi feito há um post meu em uma rede social, sobre A realidade de Cuba.
Nesta resposta abordo assuntos relacionados ao DOGMA DA IGREJA, SER CRSTÃO, A RIQUEZA DA IGREJA, CAMISINHA, IGREJA SANTA E PECADORA, E SOBRE A IGREJA CATOLICA E O COMUNISMO.
Triste que apesar de só querer mostrar os ensinamentos de nossa Igreja, e mostrar a verdade, foi tachado como Fanático. Que pena que um texto tão rico de informações a pessoa só conseguiu tirar essa visão, que sou Fanático. Que pena.
Mas vamos ao que interessa.
Mencionar o ensinamento da Igreja , ou como preferem dizer, copiar e colar aqui algo dito por outra pessoa, no caso relatado o Papa, não é não ter o que dizer e ser acrítico, mas sim acreditar no Cristo e acreditar nos ensinamentos da Igreja.
E os dogmas da Igreja não cabe ao questionamento e a crítica do cristão, para isso é bom sabermos o que significa Dogma. Ser cristão é sim aceitar os dogmas da Igreja, a forma de seguirmos a Cristo na atualidade, é seguir a pessoa certo, o Cristo, é seguir a verdade.
palavra dogma quer dizer verdade. É uma verdade “revelada por Deus”, que pode estar na Bíblia ou na Tradição da Igreja. Não são verdades inventadas pela Igreja. Isso é feito por uma definição solene da Igreja (magistério extraordinário) por um Papa quando se expressa como “pastor e doutor supremo de todos os fiéis” (CIC §891), ou pelo ensinamento do magistério ordinário. A Igreja, “coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3,15), recebeu dos Apóstolos o solene mandamento de Cristo de pregar a verdade da salvação. “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 3,15). Para a Igreja Católica, um dogma É UMA VERDADE ABSOLUTA, definitiva, imutável, infalível e inquestionável; NÃO UMA “CADEIA”, mas “portas abertas para o infinito” (Bento XVI). Nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por um Concílio; e isto nunca aconteceu na História da Igreja. Eles são a base de toda a doutrina católica e a segurança para os teólogos em seus estudos.
§89 Há uma conexão orgânica entre nossa vida espiritual e os dogmas. Os dogmas são luzes no caminho de nossa fé que o iluminam e tornam seguro. Na verdade, se nossa vida for reta, nossa inteligência e nosso coração estarão abertos para acolher a luz dos dogmas da fé. ( Catecismo da Igreja Católica)
Sobre a Igreja ter feito isso ou aquilo, e sobre colocar sua santidade em questão, vemos sim, realmente a Igreja cometeu erros e João Paulo II pediu perdão por isso. Ainda que isso não tenha sido feito diretamente por ela. Seu pecado foi a omissão. A Igreja é Santa e pecadora. Santa porque Cristo é a cabeça, e pecadora porque é constituída por homens.
Sobre a camisinha, quando a Igreja não aceita o uso de preservativo, e outras coisas, como eutanasia, é porque a Igreja acredita que não existem solução fácil para problema difícil. A casiminha não está resolvendo o problema da Aids, haja vista que o número de infectados esta aumentando ainda.
Evitar o pior não justifica consentir no que é mau. Evitar a AIDS é ótimo mas fomentar a promiscuidade é péssimo. Não estaremos utilizando um inibidor para a AIDS – o preservativo – que, em última análise, pode se tornar causa desta mesma doença? Descuida-se a educação dos adolescentes para a afetividade e a vida sexual sadias, lamenta-se o uso precoce do sexo e a gravidez das adolescentes e de repente, “a toque de caixa”, põe-se nas mãos dos menores um pacote de preservativo como que dizendo: “fique bem a vontade, a ‘camisinha’ garante”. É igual que querer apagar um incêndio com gasolina! E depois chamam de irresponsável a quem dá um grito de alerta.´
E é nessa empreitada que está metida a Igreja. A Igreja não nega o óbvio. A Igreja reconhece o óbvio – a realidade – mais esforça-se por superá-la. Talvez seja a única entidade, a nível mundial, que tem a coragem de chamar as coisas pelo seu verdadeiro nome. E talvez seja por essa razão que é tão duramente criticada: a luz alegra os olhos sadios e fere os que estão doentes.
Como devemos nos prevenir para não contrairmos o vírus da AIDS?
Viver a castidade, essa é a receita da Igreja. A Igreja sempre ensinou independente de haver a AIDS ou não, aquele que é solteiro não deve viver a vida sexual de nenhuma forma e aquele que é casado deve viver a vida sexual só com o seu cônjugue.
Bom. Com isso você elimina a AIDS.
A Igreja não propõe nada de novo: vamos continuar vivendo o mandamento de Deus.
Infelizmente nós sabemos que o mundo quer uma solução fácil, o mundo quer uma solução cômoda, e por isso o mundo vai mal, como dizia o Papa Paulo VI: ‘o mundo quer dar soluções fáceis para problemas difíceis.’ A AIDS é um problema difícil então a solução só será eficaz se ela for uma solução difícil.
A Igreja não está impedindo o combate à AIDS, pelo fato de não concordar com o uso da “camisinha”. Quem afirmar o contrário está difundindo uma inverdade insidiosa
Então entre que grupos humanos a atitude da Igreja poderia contribuir para disseminar AIDS? Entre os católicos sem prática religiosa, nem vivência dos seus princípios morais? Seria sensato supor que quem é infiel a sua esposa, virá a respeitar a orientação da Igreja que desaconselha o uso do preservativo? Nestas condições correria, por acaso, o risco de contaminar-se para ser fiel às orientações de uma religião que não pratica? Seria um absurdo. Evidentemente que quem não têm escrúpulos de ter relações com uma mulher fácil ou uma prostituta, nem se apresentará a questão da licitude moral do preservativo. Portanto acusar a Igreja Católica na difusão da AIDS por esse motivo é, mais do que um absurdo, uma manobra para negar-se a reconhecer a realidade contrária: sem a moral católica a sociedade seria mais promíscua e, em conseqüência, a AIDS estaria muito mais estendida.
não entendo como, depois de tantos questionamentos de tão alto nível, algum professor universitário brasileiro ou algum representante do Ministério da Saúde afirmem, sem fazer nenhuma ressalva, “a segurança absoluta dos preservativos”. Pergunto reiteradamente: é ignorância ou uma versão nova da “conspiração do silêncio”?
E sobre a riqueza da Igreja muito se fala sobre isso, sobre o ouro do Vaticano, entre outros. A Igreja, incumbida por Jesus de levar a salvação a todos os homens, precisa de um “corpo material”, sem o qual não pode cumprir sua missão. O Vaticano possui cerca de 180 núncios apostólicos espalhados pelo mundo. No último Concílio, o do Vaticano II, Papa João XXIII reuniu cerca de 2.600 bispos de todas as nações, no Vaticano, durante 3 anos… Que chefe de Estado faz isso?
Em 1870, na guerra de unificação da Itália, a Igreja perdeu seu território pontifício de 40 mil quilômetros quadrados; ficando apenas com o pequeno espaço de hoje: 0,44 km², em 1929, pelo Tratado do Latrão. Os objetos contidos no Museu do Vaticano foram doados aos Santos Padres por cristãos e pertencem ao patrimônio da humanidade. De acordo com esse tratado [de Latrão], a Igreja não pode vender ou doar qualquer bem que esteja no Museu Vaticano. Não há motivo, portanto, para se falar, maldosamente, da “riqueza do Vaticano”.
Qualquer chefe de Estado, de qualquer pequeno país, tem à sua disposição, no mínimo, um avião. Nem isso, o Papa tem. Além disso, o Vaticano tem um órgão encarregado da caridade do Sumo Pontífice, o Cor Unum. No final de cada ano, é publicada no jornal do Vaticano, o L’Osservatore Romano, a longa lista de doações que o Papa faz a todas as nações do mundo, inclusive o Brasil, especialmente para vencer as flagelações da seca, fome, terremotos, entre outros. São doações que o Santo Padre faz com o chamado “óbulo de São Pedro”, arrecadado dos fiéis católicos do mundo todo. A Igreja Católica, nestes dois mil anos, sempre fez e fomentou a caridade. Muitos hospitais, sanatórios, leprosários, asilos, albergues, etc., são e foram mantidos pela Igreja em todo o mundo. Quantos santos e santas, freiras e sacerdotes, leigos e leigas, passaram sua vida fazendo caridade… Basta lembrar aqui alguns nomes: São Vicente de Paulo, Dom Bosco, São Camilo de Lellis, Madre Teresa de Calcutá… a lista é enorme!
Hoje, 25% de todas as entidades que assistem os aidéticos são da Igreja. Nenhuma instituição fez e faz tanta caridade como a Igreja. Ela é muito rica, sim, espiritualmente. Na verdade, ela é rica desde sua origem, porque seu Criador é o próprio Deus; é d’Ele que vem toda a riqueza dela. Ela é o próprio Corpo de Cristo (cf. I Cor 12,27). Ela é rica também porque é a Igreja dos santos, dos mártires, dos profetas, dos apóstolos, das virgens e viúvas santas, dos padres, dos pontífices, dos confessores, e de uma multidão de fiéis que, no silêncio da fé, oferecem suas vidas a Deus. Essa é a verdadeira riqueza da Igreja.
Já encerrando gostaria de falar sobre o questionamento de ser Cristão, cristianismo e ser igreja.
Ao longo do primeiro e segundo séculos os seguidores de Jesus Cristo começaram a ser reconhecidos como “cristãos” e “católicos”. As duas palavras eram utilizadas indistintamente. Ser católico já significava “ser plenamente cristão”. O Catolicismo, portanto, é o Cristianismo na sua “totalidade”
E ser cristão é ter fé na igreja, ter fé em DEUS, e a fé cristã não é uma teoria, mas sim um acontecimento.
Buscar um Cristianismo mitigado, no qual se adaptem as exigências evangélicas às situações, é negar a verdade do próprio Cristianismo e a dignidade humana, pois fomos todos feitos para a perfeição e não para a mediocridade.
E agora termino relatando mais alguns ensinamentos de nossa Igreja Católica Apostólica Romana, ou como preferem, vou copiar e colar aqui alguns ensinamentos sobre o tema deste post.
“Acima de tudo o comunismo elimina o mais sagrado dom que o homem recebeu de Deus: a liberdade. Veja o que se passa em Cuba ainda hoje: o cidadão não pode deixar o país; é uma ilha-prisão em pleno século XXI. E ainda tem gente que a defenda…
“O comunismo é intrinsecamente mau, e não se pode admitir, em campo algum, a colaboração recíproca, por parte de quem quer que pretenda salvar a Civilização Cristã.” (Sua Santidade, o Papa Pio XI. Encíclica Divini Redemptoris, de 19 de março de 1937)
Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus (Mt 5,3). Tão belas, mas também tão deturpadas palavras! Em dias onde, por um lado, o homem comete atrocidades para preservar suas riquezas e poder e, por outro, adeptos de ideologias comunistas e socialistas atacam ferozmente a posse de bens particulares e a propriedade privada, cabe ao cristão buscar, junto da Igreja, a verdadeira beleza que contêm estas palavras de Cristo no Sermão da Montanha. A Pobreza em Espírito Segundo Santo Agostinho – Por Izabel Ribeiro Filippi
“Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, no. 119)
“Na Rerum Novarum, Leão XIII com diversos argumentos, insistia fortemente, contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja ate nossos dias” (Enc. Centesimus Annus, tópico 30 da ed. Paulinas)
A fé católica ensina a socorrer o pobre em suas necessidades materiais, mas não pela violência; não jogando irmãos contra irmãos; não derramando sangue inocente, não tirando a liberdade preciosa do ser humano e o transformando apenas em um dente da engrenagem do deus Estado. A moral não aceita que se faça o bem por meios maus; os fins não podem justificar os meios. Para os comunistas todos os meios são válidos para implantar o comunismo.
O saudoso e agora Beato Papa João Paulo II também mostra o erro grave do socialismo: “(…) É preciso acrescentar que o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo econômico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem e do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social. Desta errada concepção da pessoa deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada” (nº 13).
É a história da trágica aplicação na vida real de uma ideologia carregada de falsas promessas de igualdade e justiça que custou entre 80 e 100 milhões de vidas, com a esmagadora maioria de vítimas nos dois gigantes do marxismo-leninismo, a União Soviética e a China; além de Cuba, Viet Nan, Laos, Cambodja, Bulgária, Romênia, Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, etc.
Na China, houve cerca de 65 milhões de mortos, a maioria dizimada pela fome desencadeada a partir do “Grande Salto para a Frente”, o desastroso projeto de auto-suficiência implantado por Mao Tsé-tung em meados dos anos 50. Tratou-se da pior fome da História, acompanhada de ondas de canibalismo e de campanhas de terror contra camponeses acusados de esconder comida.
Na URSS, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa e o trabalho forçado no Gulag mataram 20 milhões de pessoas. Só a grande fome de 1921-1922, desatada em grande parte pelo confisco de alimentos dos camponeses, ceifou mais de 5 milhões de vidas.
Na Coréia do Norte, comunista de carteirinha que ainda perdura, a execução de “inimigos do povo” contabiliza pelo menos 100 mil mortos. Em termos proporcionais, contudo, o maior genocida comunista é o Khmer Vermelho do Camboja: em três anos e meio (1975-1979), com sua política inclemente de transferência forçada dos moradores das cidades para o campo, matou de fome e exaustão quase 25% da população.”
Os crimes do stalinismo, e a matriz da política de terror empregada por outros regimes comunistas, ficaram bem conhecidos desde o XX Congresso do Partido Comunista Soviético, em 1956.
O organizador do Livro, Stéphane Courtois, é um ex-maoísta convertido em crítico do marxismo; ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas um instrumento de Estado ou um desvio stalinista de uma ideologia de princípios humanitários. Courtois também sugere a equiparação do comunismo ao nazismo, com base na idéia de que ambos partilham a mesma lógica do genocídio. “Os mecanismos de segregação e de exclusão do totalitarismo de classe são muito parecidos com os do totalitarismo de raça”, escreve Courtois. ”
Quem ainda tem coragem de defender tal barbárie? No entanto, ela ainda existe na mente de muitos acadêmicos, jornalistas e outros que parecem não conhecer as lições da História.






